Zara e Kikka

Zara e Kikka

30.1.10

Aparência

Seus olhos são redondos e cheios, suas orelhas lobulares, tem inserção baixa, coberta com pêlos longos, e sedosos, lisos ou ondulados. A altura do Cocker Inglês é, em média, de 40 cm na altura da cernelha para os machos, e de 38 para as fêmeas. A pelagem na cabeça é curta e no corpo aderente e levemente ondulado, de textura sedosa e comprimento médio, formando franjas nas orelhas, peito, barriga, pernas posteriores e parte de trás das anteriores.



http://www.youtube.com/watch?v=ueXUJ8MdRZ8&feature=related

29.1.10

Temperamento

É um animal dócil e carinhoso, mas ao mesmo tempo carente. Por isso, necessita sempre atenção e dedicação. É muito fiel ao dono e muito inteligente. Desde sua origem, na Inglaterra, era um caçador de aves - o que se explica a especial antipatia do Cocker em relação a esses animais.
Alguns afirmam que é um cão bravo, mas o temperamento desta raça deve ser alegre e gentil. Essa fama foi gerada pelo excesso de acasalamentos indiscriminados, que são comuns nas raças muito populares, que geram problemas de caráter, estrutura e mesmo de saúde.
Alguns tem mania de morder, mas é so um jeito de brincar com o dono.

28.1.10

Acessórios especiais

Comedouros adequados



O cocker tem as orelhas muito compridas e, ao utilizar um comedouro ou bebedouro normal, suja-as e molha-as. Estes recipientes devem ser um pouco mais altos e estreitos do que os normais, visto que o focinho do animal é comprido o suficiente para chegar ao fundo do comedouro. Isso evita que as pontas das orelhas fiquem molhadas, o que pode gerar a proliferação de fungos nas mesmas.




Cama grande e aconchegada

Embora não seja um cão muito grande, o cocker necessita do seu espaço e de se sentir confortável no seu ninho, caso contrário, o animal deita-se onde se sentir melhor, como nas camas da casa.

Cuidados

Alguns donos e veterinários afirmam que o cocker deve comer uma ração especial. Para saber que tipo de ração dar, basta consultar um especialista. E é lógico, não troque a ração a todo momento porque além de deixar as fezes mais pastosas e fedidas não vão garantir um bom desenvolvimento, mesmo sendo boas rações, porque você está sempre trocando as fontes de proteinas contidas em cada ração.

O Cocker tem o pêlo comprido e, por esta mesma razão pode ser cortado, assim que o dono desejar e, achar conveniente. Há várias maneiras do pêlo ser cortado, e variam de acordo com o gosto do dono. O pêlo deve ser escovado diariamente, por questões de higiene, embora isso não seja necessário para que o mesmo mantenha-se belo. A tosa padrão preserva as franjas, deixando curto o pelo da cabeça e dorso.

Outro assunto importante é não deixar que entre água no ouvido do seu cão quando for dar banho. Alguns cães, principalmente desta raça, são propensos à fortes dores de ouvido caso lhes entre água através das orelhas, pois isso pode causar infecções (otite)[1]. Caso isto aconteça recomenda-se levá-lo ao veterinário para fazer um tratamento, que consiste em limpeza diária das orelhas e aplicação de antibiótico.

27.1.10

Quais são as fases da idade emocional de um cãozinho?


Período neo-natal:
Do nascimento até 12 dias de vida - é a fase em que o cãozinho depende exclusivamente de sua mãe. Com esta idade ele não consegue controlar sozinho a temperatura de seu corpo, precisa de estimulação física para fazer xixi e cocó e não vê ou ouve, mas já sente o cheiro da mãe.

Período de Transição
:
De 13 a 20 dias de vida - nesta fase o cãozinho passa por diversas mudanças físicas, os olhos abrem, começa a "engatinhar", já pode ouvir e, por volta do 20º dia, já aparece o primeiro dentinho.

Período de Reconhecimento
:
De 21 a 28 dias de vida - só agora começa a usar os seus sentidos de audição e visão. Ele pode reconhecer movimentos e objectos e continua a precisar muito da mãe e dos irmãos para se sentir seguro. Estas percepções sensoriais ocorrem de forma excepcionalmente abrupta, é muito importante que o ambiente em que ele vive seja calmo e estável.

Período de Socialização Canina
:
De 21 a 49 dias de vida - quando o cãozinho aprende os comportamentos específicos que fazem dele um cachorro. É por isso que é tão importante não tirar o filhote da ninhada antes das 7 semanas de vida. É durante este período que ele aprende noções de higiene, respeito, a hierarquia e a ser disciplinado. Com os irmãos ele aprende o jogo "dominante x dominado"

Período de Socialização Humana
:
De 7 a 12 semanas de vida- este é o melhor período para o filhote se juntar à sua nova família. É também a melhor época para introduzi-lo às coisas que farão parte da sua vida, por exemplo, automóveis, outros animais, crianças, idosos, sons, etc. Tudo aprendido nesta fase é permanente.

Primeiro Período do Medo
:
De 8 a 11 semanas de vida - neste período qualquer experiência traumática, dolorosa ou assustadora vai ter um impacto mais duradouro do que em qualquer outra fase da vida do animal.

Período do "rebelde sem causa"
:
De 13 a 16 semanas de vida - quando o pequeno resolve testar toda a paciência dos seus donos. Ele vai tentar morder-lhe , mesmo que pareça brincadeira, dominar e testar para ver quem será o líder da matilha. Este é o melhor período para iniciar o treino de Obediência Básica

Período das "Escapadelas"
:
De 4 a 8 meses de vida - se ainda não ensinou o seu cão a vir quando chamado, este é o momento. Nesta idade ele desenvolve uma "surdez selectiva" que pode durar de poucos dias a várias semanas. É muito importante que os donos saibam como reagir nesta fase para evitar que o cachorro se torne um eterno fujitivo.

Segundo Período do Medo
:
De 6 a 14 meses - quando o cachorro começa a ficar relutante em se aproximar de coisas ou pessoas novas ou até mesmo já conhecidas. O mais importante é que os donos não forcem o cão nestas situações e nem tentem consola-los, deixando que ele resolva sozinho que não há motivo para ter medo. O treinamento de obediência nesta época ajuda a construir a auto-confiança do seu cão.

Maturidade
:
De 1 a 4 anos de vida (varia entre as raças) - para a maioria das raças a maturidade (inclusive a sexual) ocorre entre 1,5 e 3 anos de idade, sendo que raças pequenas tendem a amadurecer mais cedo do que os cães maiores. Este período é normalmente marcado com um aumento na agressividade e um novo teste da autoridade do líder. O aumento da agressividade não é necessariamente uma coisa negativa. Muitos cães que eram excessivamente amistosos com estranhos passam a ser óptimos cães de guarda. Sem dúvida nenhuma, esta é uma óptima oportunidade para reforçar a liderança dos donos através de uma reciclagem no treinamento de Obediência Básica (agora para Cães Adultos)

26.1.10

Como treinar o meu melhor AMIGO?

1º Fazer Amizade com o cão
A - A amizade com o cão deve ser feita, quando o mesmo é ainda filhote (na faixa de três meses). Essa amizade deve ser feita, no sentido de aproximar o cão do seu dono, e afastar os possíveis inimigos.
B - Aproveitando a vivacidade da idade, pode começar a estimulá-lo com ordens que antecipem os comandos a serem aprendidos no futuro, tais como:
SENTA, ATENÇÃO, MUITO BEM, AQUI, NÃO, PEGA.
Um bom exercício para ser feito nesse período e alertá-lo toda vez que se aproximar um estranho, com o comando de ATENÇÃO.
2. Exercício de JUNTO
Conduza seu cão com uma trela curta (1 metro ou 1,20 M) . E ao fazer caminhar o cão,
Ordene com voz firme: JUNTO.
É importante chamar o cão pelo seu nome. Por isso, o nome tem o mesmo peso de um comando.
3. Exercício de SENTA.
Fazer com que ele esteja atento assim que o dono o chama com voz firme e forte, já é meio passo dado para que ele obedeça com sucesso. Depois de prender sua atenção chamando pelo nome, páre diante dele para o ensinar a sentar. Suspenda suavemente a trela ao mesmo tempo em que diz SENTA e pressione a garupa dele para baixo, com os dedos polegar e indicador em forma de pinça. São três movimentos simultâneos: SENTA , puxar a trela para cima e pressionar a sua garupa par abaixo, chegará o momento em que não será preciso pressionar a garupa do cão (ele mesmo avisará quando estiver pronto).
Enquanto durar o movimento, pronuncie SENTA. Assim que ele se sentar, dê o comando FICA e afaste-se dele. Depois de alguns segundos, vá até o cão e acaricie-o a fim de incentivá-lo a acertar o comando sempre. É muito provável que ele se tente levantar, mas se ele fizer isso, você deve dizer NÃO, imediatamente e FICA, mesmo que tenha que voltar e começar o exercício novamente não concorde com o erro dele, nunca.
No início, não se afaste muito, dê apenas alguns passinhos para trás e elogio-o em seguida, para que ele vá se acostumando com sua distância. Com alguns exercícios, e a trela já não será necessária para fazer sentar.
4. Exercício de PARADO
O adestrador deverá colocar a mão sob a barriga do cão, obrigando-o ficar de pé e ao mesmo tempo pronunciará a palavra PARADO, a cada repetição do exercício o cão deverá ser elogiado.
Poderá ainda, partindo da posição de SENTA, comandar-se PARADO , pressionando com suavidade a trela para a frente até conseguirmos o desejado. Podemos ainda, ao mesmo tempo em que pressionamos a trela par frente, com pé esquerdo encaixado no vazio do animal, erguê-lo para cima até a posição desejada.

5. Exercício de DEITA
Essa posição em que o animal permanece deitado sobre suas quatros patas, (posição esfinge). Partindo-se da posição de SENTA, o adestrador coloca-se à frente do animal, levanta e puxa suas patas dianteiras até que ele fique deitado, pronunciado sempre a palavra DEITA.
Partindo ainda da posição de SENTA, o adestrador segura com a mão esquerda próximo ao colar e pressionando continuamente para frente e para baixo, conduzirá o cão em direção ao solo, até que o mesmo fique deitado sobre as quatro patas, sempre pronunciando a palavra DEITA. Quando o cão ficar na posição desejada, sem oferecer resistência deverá ser elogiado e agradado pelo adestrador.
Esse exercício deve-se repetir até o cão aprender perfeitamente o comando.
6. Exercício de MORTO
Esse movimento é aquele em que o cão deverá fingir-se de morto. Para conseguir esse movimento, devemos ficar de cócoras ao lado do cão, o qual se encontra na posição DEITA, com a mão direita segurar a trela e a mão esquerda deverá ser colocada no vazio do cão, forçando-o para a esquerda até que ele fique complemente estendido no solo. Em seguida o adestrador deverá levantar-se sempre pronunciando a palavra MORTO, fazendo com que o animal finja-se de morto por alguns segundos.
7. Exercício de VIVO
Com o cão na posição de Morto, iremos para frente do mesmo, com a mão esquerda seguramos a trela e daremos um ligeiro, puchão para cima na trela e pronunciamos a palavra VIVO o cão deverá imediatamente ficar em pé na posição de PARADO. Repetimos esse exercício tantas vezes quantas forem necessárias, até que o animal passe a obedecer cor um simples gesto ou comando.
8. Exercício de FICA
Estando o cão nas posições de SENTA, PARADO, DEITADO, MORTO e VIVO, o treinador afasta-se pouco a pouco dizendo-lhe, FICA, ao mesmo tempo em que por gesto energético esticará o braço direto para frente, o cotovelo ligeiramente dobrado e apresentado a palma da mão direta voltada par o cão. Cada vez que o cão efetuar algum movimento, deverá ser executado o comando e o gesto para que o cão permaneça na posição ordenada.
Este tipo de treinamento só deverá ser iniciado após que o cão esteja treinado no treinamento básico, tendo em vista que a execução dos exercícios de treinamento secundário dependerá dos exercícios de treinamento básico:
No treinamento avançado ensinaremos ao nosso cão os seguintes exercícios:
1. Exercício de DAWN
2. Exercício de AQUI
3. Exercício de IR EM FRENTE
4. Exercício de IR PARA TRÁS
5. Exercício de SEGURA
6. Exercício de LARGA
7. Exercício de BUSCA
8. Exercício de CORTA video

14.1.10

A origem da raça

É de uma forma geral aceite que os Spaniels são, provavelmente dos mais velhos membros da família canina, com efeito é conhecida a existência de fósseis caninos que provam a existência de animais bastante similares aos modernos Spaniel, datados de 3000 A.C. Como o seu nome nos indica, este grupo tem provavelmente a sua origem na Península Ibérica, é contudo e em virtude da sua ancestralidade, impossível determinar com absoluta segurança a sua origem geográfica, sendo de crer que todos os actuais Spaniels, têm a sua origem comum. A função inicial dos Spaniels, era a de auxiliar os falcoeiros na caça, no entanto, desde muito cedo que estes revelaram extraordinárias qualidades para acompanhar o Homem. Mais tarde, quando o falcão foi substituído pela arma de fogo, os Spaniel continuaram a demonstrar toda a sua apetência para esta nova modalidade. Um dos requisitos curiosos da época era que os cães deveriam dar sinal com um som "musical" mas não barulhento, tornando assim possível aos seus donos reconhecer pelo som, qual o tipo de caça presente no terreno. Assim sendo, os exemplares barulhentos eram pouco utilizados, pois "avisavam" a caça da presença do seu mestre. Os Springer eram então considerados lentos e pesados, comparativamente com os pequenos Cocker, que demonstravam um entusiasmo extasiante perante o trabalho.No início do sec. XIX, consideravam-se existir apenas duas qualidades de Spaniels, os grandes, conhecidos como Field ou Springer - nos quais se incluíam Sussex, Clumber, e Norfolk Spaniels, e os pequenos conhecidos então como Cockers, utilizados sobretudo na caça de galinholas (cock, em inglês) - nos quais eram também incluídos King Charles e Blenheim Spaniels. Estes eram utilizados para caçar e levantar aves, não sendo no entanto utilizados como retrievers.Inicialmente, os cães eram criados apenas visando a caça, sendo de referir a inexistência de registos até à segunda metade do sec. XIX. Em 1859, teve lugar a primeira exposição canina, em Newcastle-on-Tyne, iniciando-se então uma longa caminhada procurando obter "o cão belo". O primeiro Cocker a vencer uma exposição foi Burdett's Bob, nascido em 1856, do cruzamento entre Burdett's Frank e Mousley's Venus. Nesta altura os Spaniels eram classificados segundo o seu peso, os Field Spaniel (com mais de 11,5Kg) e os Cocker (abaixo dos 11,5 Kg). Infelizmente, o rígido limite de peso, fez com que se pusessem de parte alguns exemplares de excelente tipo, mas que ultrapassavam, embora mesmo que ligeiramente, os valores estabelecidos, factor que associado ao facto de por vezes os exemplares ao mudarem de proprietário serem novamente registados no Livro de Origens do Kennel Club, com um novo nome. estabeleceu grande confusão entre os criadores. Impunha-se pois definir o tipo pretendido para cada raça.
Com a fundação em 1885 do Spaniel Club, em Inglaterra, foram então elaborados pela primeira vez os estalões ou standard, de cada uma das raças, de forma a servir como referência para os criadores. Foi também pela mão do Spaniel Club que se tentaram organizar as primeiras provas de trabalho, no sentido de contribuir para o melhoramento da raça. No ano de 1893, o Kennel Club reconheceu finalmente os Cocker como uma raça autónoma dos outros Spaniel, sendo por influência do Spaniel Club, em 1901, abolida a restrição relativa ao peso em benefício do tipo dos exemplares. Em 1902, é então fundado o Cocker Spaniel Club.Um dos primeiros nomes que marcou determinantemente uma nova era para esta magnífica raça foi então Mr. James Farrow, tornando-se desde cedo notado pelos seus artigos sobre Spaniels, viu pela primeira vez um cão seu ganhar uma classe no Manchester Show, em 1873, mas foi com o cão preto Ch Obo, apresentado pela primeira vez em 1880, que Mr. Farrow viria a revolucionar a raça.

A origem da raça - 2

Esta lindona côr chocolate é a minha Brown



Este é Ch.Obo, hoje considerado o "fundador" da raça

Obo é fruto do cruzamento de Fred, um macho das linhas de Mr. Burdett e Mr. Bullock, cujas produções na época contavam com cães que estavam na base de muitas linhas de sangue, e de Betty, uma fêmea de origens pouco conhecidas. De facto Ch Obo, é hoje considerado o "fundador" da raça, estando na origem dos Cocker Spaniel actuais, pois a sua capacidade de transmitir geneticamente as suas extraordinárias qualidades fez com que produzisse então numerosos campeões, muitos dos quais exportados para fora de Inglaterra. Actualmente o nome Obo é reconhecido em todo o mundo pelos criadores de Cockers, prestemos pois aqui homenagem ao trabalho de Mr. Farrow, pois apesar de todo o obscurantismo da génese da suas linhas, construiu uma base sólida sobre a qual várias gerações de amantes da raça trabalharam, tentando sempre aperfeiçoá-la progressivamente.


Foi em 1894, que nasceu então outro exemplar, considerado determinante na fundação da raça, Braeside Bustle, teve o mérito de ser considerado o primeiro cão azul ruão a transmitir a sua cor aos seus descendentes.

13.1.10

O Cocker Spaniel Inglês Um companheiro inteligente e sensível

Sendo uma raça compacta, musculada e de tamanho médio, o Cocker Spaniel Inglês é um cão cheio de vida, inteligente e talentoso, que de acordo com as características da sua raça, é um cão curioso e sempre com vontade de brincar. Contrariando os seus possantes antecedentes de montaria, assim como o seu porte robusto, ele é um cão gentil, muito afectuoso e que gosta da companhia das pessoas.

A raça Cocker Spaniel Inglês foi criada durante o século XIX, embora os seus antepassados remontem a algumas centenas (se não milhares) de anos atrás, mesmo antes dos Spaniels originais. Durante este longo período, “Spaniel” era um termo genérico utilizado para um determinado tipo de cão de caça. Finalmente surgiu a diferenciação entre Spaniels de água e Spaniels de terra. Os Spaniels de terra foram mais tarde divididos em cães “Setting” (que apontavam a caça aos seus donos) e “Springing” (que obrigavam a caça a levantar voo). Estes “Springing” Spaniels dariam origem a todos os “Flushing” Spaniels modernos. Sempre que nascia uma nova ninhada, os cães maiores (“Springers”) eram utilizados para fazer levantar pássaros maiores, enquanto que os cães mais pequenos eram utilizados para fazer surgir do mato a caça mais pequena, especialmente galinholas, (“woodcock”), conferindo aos cães mais pequenos o seu nome: “Cocker”.

Apenas em 1982, o Clube Britânico de Canicultura reconhece o Cocker Spaniel como uma raça distinta e, a partir desse momento, exigiu-se a criação genealógica distinta entre Springers e Cockers. Cães vigorosos, desportivos, de natureza alegre e afectuosa.

Embora o Cocker Spaniel seja ainda usado na caça, hoje em dia encontrar-se-á, mais provavelmente, o Cocker explorando arbustos e sebes no parque local. A sua natureza feliz e amistosa com toda a família, assim como o seu comportamento sociável, fazem dele, seguramente, um favorito entre as crianças.